Indicadores Econômicos (Conceitos)

 

  • PIB - O produto interno bruto. 



PIB é a sigla para Produto Interno Bruto, e representa a soma, em valores monetários, de todos os bens e serviços finais produzidos numa determinada região (sejam países, estados ou cidades), durante um período determinado (mês, trimestre, ano, etc).

O PIB é um dos indicadores mais utilizados na macroeconomia com o objetivo de mensurar a atividade econômica de uma região. Na contagem do PIB, considera-se apenas bens e serviços finais, excluindo da conta todos os bens de consumo de intermediário. Isso é feito para evitar o problema da dupla contagem.

 

Quando valores gerados na cadeia de produção aparecem contados duas vezes na soma do PIB Para analisar o comportamento do PIB de um país é preciso diferenciar o PIB nominal do PIB real. PIB nominal calcula a preços correntes, ou seja, no ano em que o produto foi produzido e comercializado, e PIB real é calculado a preços constantes, onde é escolhido um ano-base para eliminar o efeito da inflação, dessa foma, PIB real é o mais indicado para realização de análises.



Cálculo do PIB.



A Fórmula para o cálculo do PIB de uma região é a seguinte: PIB=C+I+G+X-M. Onde, C (consumo privado), I (investimentos totais feitos na região), G (gastos dos governos), X (exportações) e M (importações).



  • PIB per capita.



O PIB per capita (por pessoa), também conhecido como renda per capita, é obtido ao pegarmos o PIB de uma região, dividindo-o pelo número de habitantes desta região.O IBGE estima a variação do PIB trimestral, enquanto que o Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (IPEA) procede à projeção anual da variável trimestral. O quociente entre o PIBnominal e a população equivale ao indicador de renda per capita.​

  • ​TR - Taxa Referencial de Juros.

Esta taxa foi criada em 1991, durante o Plano Collor II, para servir de referência para as transações financeiras realizadas no País, atuando como uma taxa básica referencial dos juros a serem praticados no mês.

​O BACEN (Banco Central) é o responsável pelo cálculo desta taxa, com base em uma amostra dos juros pagos pelos CDBs (Certificados de Depósitos Bancários) das trinta maiores instituições financeiras selecionadas, sendo eliminadas as duas de menor e as duas de maior taxa média. A base de cálculo da TR (Taxa Referencial de Juros) é o dia de referência, sendo calculada no dia útil posterior. Sobre a média apurada das taxas dos CDBs (Certificados de Depósitos Bancários) é aplicado um redutor que varia mensalmente. ​

Atualmente é utilizada para o cálculo do rendimento de vários investimentos, tais como títulos públicos, caderneta de poupança e outras operações, tais como empréstimos do SFH, pagamentos a prazo e seguros em geral.  O principal motivo de sua criação deu pela  inexistência de uma taxa básica de referência dos juros praticados no mês, que substituísse às extintas ORTN, OTN e BTN. E sua divulgação é igual à da TBF, ou seja, calculada diariamente e divulgada no dia útil seguinte; e caso seja feriado é divulgada tomando como base o dia útil imediatamente posterior ao mesmo.



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  • ICV - Índice do Custo de Vida Elaborado por: DIEESE - Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos.

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É o índice de custo de vida que tem como objetivo medir o efeito das variações de preços sobre as despesas normais de uma unidade consumidora considerada típica, descrevendo a variação da receita monetária dessa unidade para que ela possa manter o mesmo nível de vida.​


O DIEESE é o responsável pelo o cálculo que aponta a variação para os seguintes itens de despesas:​​


Alimentação, Saúde, Despesas diversas, Vestuário, Equipamentos domésticos, Habitação, Despesas pessoais, transporte, Educação e Recreação.

É um índice importante, uma vez que,  serve para mudar e apurar o poder de compra de bens e serviços dos trabalhadores levando em consideração diferentes faixas salariais que são compostas por famílias com renda de 1 a 30 salários mínimos, servindo de base para negociação de melhores salários ou ainda para calculo da inflação.

Abrange apenas o Estado de São Paulo que é onde se concentram o maior numero de centros de pesquisas e a maior densidade demográfica. Mas não não significa que só o Estado de São Paulo possa obter este índice, vai depender da necessidade dos outros Estados. Estes utilizam os dados somente como referencia para estimar o seu custo de vida. Exemplos de regiões metropolitanas que possuem seu próprio ICV: Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Fortaleza, Salvador, Curitiba, além de Brasília e do município de Goiânia (Ocorre mensalmente de acordo com a variação inflacionaria sobre os gastos familiares, conforme o poder de compra de cada um).


É calculado de acordo com a variância de consumo de cada individuo para os itens de despesas. Utiliza-se a Formula de “LASPEYRES” para determinar o peso de cada item que cada individuo deduzindo do seu salário.


Com a diferença entre um mês e outro é que é feita a avaliação se houve ou não um aumento do ICV possibilitando a analise do índice inflacionário relacionado ao tamanho da perda do poder de compra da população e assim atualizar o padrão de consumo para que se tenha a mesma satisfação anterior.  No caso de São Paulo a medida toma como base a variação do custo de vida das famílias com renda de 1 a 30 salários mínimos do município.


O índice é calculado em três extratos distintos:


Estrato 1 -Famílias com memor renda, 1 a 3 salários mínimos (1/3) ;
Estrato 2 -Famílias com renda intermediária, 1 a 5 salários mínimos (1/3) ;
Estrato 3 -Famílias de maior poder aquisitivo, 1 a 30 salários mínimos (1/3) ;  O Índice Geral engloba todas as famílias.


IGP/DI - Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna Elaborado por: FGV - Fundação Getúlio Vargas

É a média ponderada de seus três índices componentes (IPA-DI, IPC e INCC, com pesos de 60%, 30% e 10%, respectivamente). Trata-se de um indicador de ampla cobertura, que mede a evolução dos preços no atacado, varejo e construção civil. Difere do IGP-M especialmente pela periodicidade de coleta, que aqui coincide com o mês calendário.

IGP/M - Índice Geral de Preços de Mercado Elaborado por: FGV - Fundação Getúlio Vargas.



Índice elaborado pela a comunidade financeira. É resultante da média ponderada de três índices de preços: o Índice de Preços por Atacado - Disponibilidade Interna (IPA-DI-M), o Índice de Preços ao Consumidor (IPC-M) e o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-M). Difere do IGP pelo período de coleta de preços. E o período adotado para coleta de preços do IGP-M é aquele compreendido entre os dias 21 do mês anterior e o dia 20 do mês de referência.

A apuração do índice é efetuada em três etapas:​​​​



1º decêndio: este compara os preços dos primeiros 10 dias do período e os preços dos 30 dias do período anterior;

2º decêndio: este compara os preços dos primeiros 20 dias do período e os 30 dias do período anterior; e o  

3o decêndio compara os preços dos 30 dias do período e os 30 dias do período anterior.

Nestes termos, os dois primeiros decêndios são considerados resultados parciais, e o 3o é o resultado definitivo do índice do mês.

  • INCC - Índice Nacional de Custo da Construção Elaborado por: FGV - Fundação Getúlio Vargas.



Índice que afere a evolução dos custos de construções habitacionais. Em suma se trata de uma estatística contínua, de periodicidade mensal para os 18 municípios das seguintes capitais de estados do país: Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Brasília, Campo Grande, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Maceió, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo e Vitória. 

É um dos três itens que compõem o Índice Geral de Preços (IGP), representando 10% do mesmo. A primeira divulgação teve início em fevereiro de 1985, como resultado do encadeamento da série do Índice de Custo da Construção - Rio de Janeiro (ICC-RJ), mais antiga, com a série do Índice de Edificações, mais abrangente geograficamente. Da mesma forma que ocorre com os demais componentes do IGP, também é apresentada a versão do INCC para o mercado (INCC-M), que é calculado entre os dias 21 do mês anterior ao dia 20 do mês de referência, vale frisar que o INCC é calculado entre o primeiro e o último dia do mês civil.

  • INPC - Índice Nacional de Preços ao Consumidor Elaborado por: IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística



Este mede a variação do custo de vida das famílias com rendimento assalariado mensal de 1 a 8 salários mínimos. É produzido a partir dos índices de preços ao consumidor das seguintes regiões metropolitanas: Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Curitiba, Salvador, Fortaleza, Belém, São Paulo e Recife, além de Brasília e o município de Goiânia. É calculado pelo IBGE entre os dias 1º e 30 de cada mês, é constituído do cruzamento de dois parâmetros: a pesquisa de preços nas onze regiões de maior produção econômica, cruzada com a Pesquisa de Orçamento Familiar (POF).  

Após o mês de Janeiro de 2012 foram feitas as seguintes alterações:



- o INPC passou a ser calculado com base nos valores de despesa obtidos na Pesquisa de Orçamentos Familiares - POF 2008-2009. A POF é realizada a cada cinco anos pelo IBGE em todo o território brasileiro o que permite atualizar os pesos (participação relativa do valor da despesa de um item consumido em relação à despesa total) dos produtos e serviços nos orçamentos das famílias (De julho de 2006 à dezembro de 2011 a base dos índices de preços ao consumidor era a POF de 2002-2003).



- até a data de 31.12.2011 eram consideradas no cálculo as famílias com rendimento de 1 à 6 salários mínimos. A partir de 01.01.2012 isso diminuiu (de 1 à 5 salários mínimos) em função da elevação real da renda do brasileiro evitando, dessa forma, a desvirtuação da faixa salarial.



A tabela seguinte apresenta as alterações ocorridas:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • IPC - Índice de Preços ao Consumidor Elaborado por: FIPE - Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas

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Índice que mede a variação do custo de vida das famílias com renda de 1 a 20 salários mínimos do município de São Paulo. No o cálculo das variações quadrissemanais, é levado em consideração a amostra total do IPC mensal de aproximadamente 110.000 tomadas de preços, que é subdividida em quatro subamostras, cada uma delas pesquisadas em um período de no mínimo 07 e no máximo 08 dias, que constituem a SEMANA de coleta.

O cálculo abrange sempre um período total de 08 SEMANAS e as variações são obtidas fazendo-se a divisão dos preços médios das 4 SEMANAS de referência pelos preços médios das 4 SEMANAS anteriores (base). Com isso, para se obter uma série sequencial de índices quadrissemanais, considera-se sempre 8 SEMANAS incluindo-se no cálculo as informações sobre os preços coletados na última SEMANA automaticamente, eliminando-se da operação os dados referentes à SEMANA mais antiga. Dessa forma são apresentadas, 3 prévias durante o mês, sendo a 4ª quadrissemana o resultado definitivo do mês.

 

  • IPC - Brasil - Média Geral - Índice de Preços ao Consumidor Elaborado por: FGV - Fundação Getúlio Vargas



Os Índices de Preços ao Consumidor, calculados pela FGV, detectam a variação dos preços de bens e serviços consumidos pelas famílias com renda entre 1 e 33 salários mínimos.  Sua pesquisa de preços se desenvolve diariamente, cobrindo sete das principais capitais do país: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Porto Alegre e Brasília. 



Seu cálculo é realizado com base nas despesas de consumo obtidas através da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) realizada no biênio (2002/2003) pelo IBRE/FGV. Com as informações do levantamento foram construídas as estruturas de ponderação que expressam, em termos percentuais, a importância monetária dos bens e serviços componentes da amostra do IPC.   Com base na POF construiu-se a composição final das versões do Índice de Preços ao Consumidor. Os bens e serviços que integram a amostra foram classificados em sete grupos ou classes de despesa, 25 subgrupos, 87 itens e 456 subitens.

As sete classes de despesa são: Alimentação, Habitação, Vestuário, Saúde e Cuidados Pessoais, Educação, Leitura e Recreação, Transportes e Despesas Diversas.

Também no  sistema de apuração do IPC há um conjunto de índices especiais:



- o Índice de Preços ao Consumidor da Terceira Idade (IPC-3i)

- o Índice de Preços ao Consumidor Classe 1 (IPC-C1).

Onde o (IPC-3i) mede a variação de preços de bens e serviços destinados às famílias compostas, majoritariamente, por indivíduos com mais de 60 anos de idade, e o (IPC-C1) é um indicador mensal que mede a variação de preços de uma cesta de produtos e serviços para famílias com renda entre 1 e 2,5 salários mínimos mensais.

As versões que fazem parte do sistema de divulgação do IGP seguem um calendário previamente definido. As versões IPC-S, IPC-3i e IPC-C1 dispõem de calendário próprio. A primeira baseia-se em um sistema de coleta quadrissemanal, com encerramento em quatro datas pré-estabelecidas (07, 15, 22 e 31).  Apesar de a coleta ser semanal, a apuração das taxas de variação leva em conta a média dos preços coletados nas quatro últimas semanas até a data de fechamento.

O IPC-3i é um índice mensal, com período de coleta que se estende do dia primeiro ao último dia de cada mês, o mesmo arranjo seguido pelo IPC-C1. Mas no caso do IPC-3i, a divulgação dos resultados ocorre trimestralmente.



IPCA - Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo Elaborado por: IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística



Este é utilizado pelo Banco Central do Brasil para o acompanhamento dos objetivos estabelecidos no sistema de metas de inflação, adotado a partir de julho de 1999, para o balizamento da política monetária. O IPCA é produzido pelo IBGE desde 1980. Mede as variações de preços ao consumidor ocorridas nas regiões metropolitanas de Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre, além de Brasília e Goiânia. O IPCA reflete a variação dos preços das cestas de consumo das famílias com recebimento mensal de 1 a 40 salários mínimos, qualquer que seja a fonte de rendimentos.

A pesquisa é realizada em estabelecimentos comerciais, prestadores de serviços, domicílios e concessionárias de serviços públicos. 



A ponderação das despesas das pessoas para se verificar a variação dos custos foi definida da seguiste forma:



- alimentação: 25%​

- transporte e comunicação: 18,77% ​

- despesas pessoais: 15,68%

- vestuário: 12,49%​

- habitação: 10,91%

- saúde e cuidados pessoais: 8,85% e​

- artigos de residência: 8,09% ​



O IPCA/IBGE mede a variação dos custos dos gastos conforme os percentuais descritos acima, no período do primeiro ao último dia de cada mês de referência. No período do dia onze ao dia vinte do mês seguinte o IBGE divulga as variações.



  • Taxa Selic - ​taxa apurada no Selic, obtida mediante o cálculo da taxa média ponderada e ajustada das operações de financiamento por um dia, lastreadas em títulos públicos federais e cursadas no referido sistema  ou em câmaras de compensação e liquidação de ativos, na forma de operações compromissadas. 

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Esclarecemos que, neste caso, as operações compromissadas são operações de venda de títulos com compromisso de recompra assumido pelo vendedor, concomitante com compromisso de revenda assumido pelo comprador, para liquidação no dia útil seguinte. Ressaltamos, ainda, que estão aptas a realizar operações compromissadas, por um dia útil, fundamentalmente as instituições financeiras habilitadas, tais como bancos, caixas econômicas, sociedades corretoras de títulos e valores mobiliários e sociedades distribuidoras de títulos e valores mobiliário. 

 

​A taxa SELIC representa o serviço coordenado pelo BACEN (Banco Central), destinado á custodia de títulos públicos e registro de operações. A taxa SELIC é fixada a cada 3 meses pelo COPOM (Comitê de Política Monetária). Ela serve de referência para a taxa de juros no mercado, sendo também conhecida como taxa base de juros.

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METODOLOGIA DE CÁLCULO



A taxa média ajustada das mencionadas operações de financiamento é calculada de acordo com a seguinte fórmula:





Onde:

Lj: fator diário correspondente à taxa da j-ésima operação;
Vj: valor financeiro correspondente à taxa da j-ésima operação;

n: número de operações que compõem a amostra.





 

A amostra é constituída excluindo-se do universo as operações atípicas, tais como:​

- no caso de distribuição simétrica: 2,5% das operações com os maiores fatores diários e 2,5% das operações com os menores fatores diários;
- no caso de distribuição assimétrica positiva: 5% das operações com os maiores fatores diários;
- no caso de distribuição assimétrica negativa: 5% das operações com os menores fatores diários. 



​Vale salientar que o cálculo é feito diretamente pelo sistema Selic após o encerramento das operações, em processo noturno.



Como a taxa Selic se origina de taxas de juros efetivamente observadas no mercado, as taxas de juros relativas às operações em questão refletem, basicamente, as condições instantâneas de liquidez no mercado monetário, ou seja,  oferta versus demanda de recursos. E semelhante as taxas de juros nominais, a taxa Selic pode ser decomposta "ex post", em duas parcelas: taxa de juros reais e taxa de inflação no período considerado. ​​

  • Taxa DI - Os bancos operam entre si (tomando ou doando recursos monetários) no mercado interbancário, ou     interfinanceiro, através de operações lastreadas em Certificado de Depósito Interfinanceiro (CDI), permitindo que se       estabeleça certo equilíbrio entre eles.


No intuito de garantir uma distribuição de recursos que atendesse ao fluxo de recursos demandados pelas instituições, foi criado, em meados da década de 1980, o CDI. Os Certificados de Depósito Interbancário são os títulos de emissão das instituições financeiras, que lastreiam as operações do mercado interbancário. Suas características são idênticas às de um CDB, só que sua negociação é restrita ao mercado interbancário. 



O CDI é um instrumento financeiro, escritural e nominativo, emitido por uma instituição financeira, a favor de outra, destinado a possibilitar a troca de recursos entre elas, normalmente de curtíssimo prazo (1 dia), que embute uma taxa de juros paga pelo emitente(vendedor do CDI) ao comprador do papel. Dessa maneira, sua função é portanto, conservar a fluidez do sistema, isto é, quem tem dinheiro em excesso empresta para quem estiver precisando. Onde grande parte das operações é negociada com período de apenas um dia. Apesar disso, tem as vantagens de ser rápido, seguro e não sofrer nenhum tipo de taxação.  

As negociações de CDI são controladas por um sistema de custódia e liquidação, conhecido por Central de Custódia e de Liquidação Financeira de Títulos Privados (CETIP). 



A taxa média diária do CDI é utilizada como parâmetro para avaliar a rentabilidade de fundos, como por exemplo os DI.  Como o CDI é utilizado para avaliar o custo do dinheiro negociado entre os bancos, no setor privado, essa modalidade de aplicação pode render taxa de prefixada ou pós-fixada, semelhante ao CDB (Certificado de Depósito Bancário).  Como este índice quantifica o custo do dinheiro para os bancos em um determinado dia, ele é utilizado pelo mercado como parâmetro para fundos de renda fixa e DI. 



​Para acessar as informações desta página na integra, visite as fontes abaixo:


Fontes: DIEESE - FIPE - FGV - IBGE - SAD - ACI - ADVFN - BCB.​

Fonte: Portal Brasil 

http://www.portalbrasil.net



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